Os aeroportos de Confins, em Minas Gerais, e do Galeão, no Rio de Janeiro, mesmo sendo os próximos da lista do governo a serem leiloados a concessionárias, dificilmente terão suas obras concluídas antes da Copa do Mundo de Futebol, em 2014. 6b5t1k
Isso acontece porque os novos es dos aeroportos só assumiriam o controle dos mesmos pouco tempo antes do evento futebolístico, o que inviabilizaria qualquer reforma significativa antes do maior campeonato de futebol.
Enquanto isso, a Infraero continua a istrar o aeroporto de Confins e suas obras, que continuam restritas ao Terminal 3, também chamado de “puxadinho”.
Apesar da dificuldade em acertar a licitação dos aeroportos, Luiz Antônio Athayde, o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do estado, afirma que não é este o problema que anda atrasando as obras. “Nós teremos um conjunto compacto de obras até o evento e se espera que isso atenda adequadamente o fluxo de turistas”, ele diz ao tratar da reforma do terminal 1, a construção do terminal 3 de caráter provisório e a conclusão dos novos os ao aeroporto.
Entretanto, Athayde não nega a importância da iniciativa privada para acelerar os investimentos pós-Copa, pois assim haverá condições mais estruturadas para que Confins atenda o previsto de 20 milhões de ageiros anualmente até 2020.
Da Redação, com informações Em Tempo Real